O espanhol Nicolas Almagro, mais uma vez, comprovou o favoritismo e avançou a decisão do torneio, ao bater o compatriota Albert Ramos em dois sets. Ao que tudo indica, o número 11 do mundo deve quebrar o recorde e se tornar o único tricampeão do torneio.
Na segunda semifinal Bellucci e Volandri entraram em quadra para decidir quem seria o oponente de Nicolas Almagro na final. Ojogo foi tenso e equilibrado, pelo menos, até o brasileiro mostrar sinal de dores. Após vencer o primeiro set por, era visível a dificuldade na movimentação.A tática do brasileiro, a partir do segundo set, surpreendeu a todos. Saque e voleio sucessivos e curtinhas, golpes pouco utilizados pelo paulista. Com diversas subidas a rede, o canhoto do Tietê até conseguiu relativo sucesso. O oponente italiano demorou para encontrar ângulos, buscando assim as passadas. Mesmo sofrendo em quadra, Bellucci continuou jogando e em momento nenhum cogitou abandonar a partida, sendo assim uma forma de retribuir o carinho recebido pela torcida.
Após a derrota de Bellucci, foi a vez das duplas entrarem em quadra. Sá/Mertinak venceram com certa tranquilidade, para um Ibirapuera quase vazio. Soares/Butorac viraram o placar contra os colombianos e também garantiram seu lugar na decisão. Pelo menos um brasileiro vai levantar o troféu do Brasil Open.
Curiosidades do dia:
- Bellucci pediu atendimento médico, no meio de game importante, 5/5 do 1º set, com dores no tornozelo esquerdo. Se fosse fora do Brasil, as chances de isso acontecer seriam mínimas.
- Bellucci pediu atendimento médico, no meio de game importante, 5/5 do 1º set, com dores no tornozelo esquerdo. Se fosse fora do Brasil, as chances de isso acontecer seriam mínimas.
- Enquanto Mayer e Bellucci jogavam na sexta-feira, Almagro comia picanha. Volandri, algoz do brasileiro na semifinal, discutia uma forma de enfrentar a torcida. Seu técnico pediu para que não discutisse em momento nenhum, para não criar maiores atritos.
- Quando questionado sobre o motivo de ter ganhado seus 9 títulos, somente no saibro, Almagro lembrou que não importa aonde venceu o torneio. “Pode ser em no gelo, no oceano, numa plantação de batatas. O importante é ter levantado o troféu”
- Butorac e Soares, cabeças-de-chave 1, comentaram sobre o “público” de seu jogo. Com menos de 300 pessoas no Ibirapuera, a dupla comentou que uma alteração na programação poderia evitar tal comportamento.
- Volandri se surpreendeu com o número de italianos e acha que na final a torcida será bem dividida.

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